segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Menino ou menina? Métodos naturais para escolher o sexo do seu bebé

Como escolher naturalmente o sexo do seu bebé?

Quer engravidar e decidir o sexo do seu futuro bebé? Então programe as relações para engravidar de um menino ou de uma menina. Existem truques que se baseiam nas diferenças entre os espermatozóides Y (menino) e os espermatozóides X (menina), para determinar o sexo do bebé de acordo com o dia fértil que escolher para ter relações com vista à fecundação.


Mas primeiro...

Uma pequena informação para que entenda como se define o sexo do bebé. Um embrião fecundado de um menino é XY e o de uma menina é XX. O óvulo da mulher é sempre X. Os espermatozóides são X e Y. Se um espermatozóide X fecunda o óvulo, o bebé será uma menina; se for um espermatozóide Y a fecundar o óvulo, então o bebé será um menino.

Rápidos contra resistentes.

Os espermatozoides Y (menino) movem-se de forma mais rápida, mas são menores, mais delicados, débeis e vivem menos tempo. Logo, morrem se a fecundação não ocorre nas primeiras horas após ter mantido relações. Pelo contrário, os espermatozoides X (menina) movem-se de forma mais lenta, mas são maiores, mais resistentes e vivem mais tempo. Logo, aguentam melhor a espera da ovulação para poderem fecundar o óvulo.

Vejamos então: se tiver relações nas horas mais próximas à ovulação, há mais probabilidades de que o óvulo seja fecundado por um espermatozóide veloz (Y) e nasça um menino. Porém, se as relações ocorrerem 3 ou 4 dias antes da ovulação, as probabilidades de o óvulo ser fecundado por um espermatozóide X (menina) são maiores.


Para encomendar um menino: deve fazer todos os possíveis para que a fecundação se dê imediatamente (como se isto fosse fácil!), tendo relações no dia da ovulação. Nesse dia o seu companheiro não deve usar calças muito ajustadas nem banhar-se com água muito quente, porque o calor é prejudicial para os espermatozóides Y.

Para encomendar uma menina: Deve ter relações 3 ou 4 dias antes da ovulação. O seu companheiro pode também tomar um banho quente antes de manter relações, para que os espermatozóides Y (menino) não sobrevivam ao calor, aumentando assim as chances dos espematozóides X (menina).

Ácido contra alcalino.

Os espermatozóides Y (menino) são favorecidos por um meio alcalino e os espermatozóides X (menina) são favorecidos por um meio ácido. Portanto, recomenda-se o seguinte para conceber um bebé do sexo desejado:


Um menino: tenha relações o dia da ovulação, quando as secreções vaginais são mais alcalinas. Durante vários dias consuma alimentos que favoreçam o meio alcalino: comida mais rica em sal, carne, peixe, farináceos, macarrão. Evite leite e derivados, como iogurte, queijo e chocolate; além de nozes, frutos do mar e pão integral.

Uma menina: tenha relações 3 ou 4 dias antes da ovulação, quando as secreções vaginais são mais ácidas. Durante vários dias consuma alimentos que favoreçam o meio ácido: consuma bastante leite e derivados, como queijo e iogurte; além de comidas sem sal (ou com pouco sal), arroz, água, pouca carne e batata. Evite o vinho e a cerveja, espinafre, cogumelos café e chá.

Meses quentes contra meses frios.

Segundo a revista britânica Human Reproduction, os casais têm mais possibilidades de conceber um menino no outono/inverno e uma menina na primavera/verão. A explicação estaria em que os meninos são mais débeis que as meninas no útero materno e por isso, a natureza que é sabia, organiza as coisas de modo a que os meninos venham a ser dados à luz durante os meses mais cálidos do ano, aumentando assim as suas hipóteses de sobrevivência.

Frequentes contra esporádicas.

A frequência das relações também intervém na definição do sexo do bebé: se deseja um bebé menina é importante que tenha relações de forma mais regular, porque isto baixa a proporção de espermatozóides masculinos (Y) no sémen. Já as relações um pouco mais esporádicas favorecem a proporção de espermatozóides masculinos (Y), ajudando assim a aumentar as hipóteses de conceber um bebé menino.

Outros fatores.



Se procura algo mais cientifico, existem as técnicas de fertilização assistida, em que os espermatozóides X e Y são separados em laboratório, com vista a fecundar o óvulo com o esperma do sexo escolhido, aumentando cerca de 80% as possibilidades de ter o menino ou a menina desejados. Contudo, devo acrescentar que existem restrições éticas a esta prática. 

4 comentários:

  1. Quando quiser deixar descendência, já sei todas as dicas. Mais um artigo muito interessante :)

    http://ummarderecordacoes.blogs.sapo.pt/

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    1. Obrigada , Miguel! Então, quando essa altura chegar, não se esqueça de depois vir aqui partilhar com a gente o feliz resultado!

      Isabel Gomes

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  2. Quero ter um menino pra iniciar porém estou com 33 anos. Será q a dica do inverno é funcional ou qt de % tenho pra ser menino? : )

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  3. Método Baretta
    Embora pareça uma brincadeira, o certo é que a alimentação pode influenciar o sexo do bebé. De acordo com um estudo levado a cabo pela bioquímica Adriana Baretta, pode-se inclinar a balança a favor de um ou outro sexo do bebé com uma dieta e com um controle da ovulação. Este método baseia-se na maior ou menor presença de quatro minerais na dieta: a relação sódio-potássio sobre cálcio-magnésio. Segundo os alimentos que uma mulher come antes de ficar grávida contenham uma maior ou menor proporção destas substâncias, o bebé terá maior probabilidade (98%) de ser menino ou menina.
    Adriana Baretta partiu de outros estudos que observaram a influência que estes minerais têm no metabolismo feminino na hora de se escolher o sexo da criança. Dessa forma, verificou-se que uma elevada proporção de potássio e sódio na alimentação, em conjunto com uma diminuição de cálcio e magnésio, favorecem o espermatozóide Y. Já a relação contrária favorece o espermatozóide X.
    De acordo com os dados desta investigação, realizou-se um estudo retrospectivo sobre 99 mulheres com, pelo menos, dois filhos do mesmo sexo e estabeleceu-se um coeficiente mineral estudando as dietas destas mulheres:
    Coeficiente mineral (CM) Sódio + Potássio / Cálcio + Magnésio
    Os resultados deste estudo foram: o coeficiente mineral de 84,4% das mulheres que apenas tinham rapazes era superior a 4, o que indica uma presença muito alta de potássio e sódio, e 84% das mulheres que apenas tinham meninas apresentaram um CM inferior a 2, ou seja, um nível baixo de minerais.
    Desta maneira, Adriana Baretta desenhou um método comprovado já em 120 mulheres com um êxito de 98%. As mulheres que recorrem a esta prática fazem uma dieta progressiva, durante três meses, antes do momento da concepção. Nesse tempo identificam-se os períodos férteis e o momento exacto da ovulação. Realizam-se análises ao sangue e, se tudo correr bem, pode começar a tentar engravidar. É muito importante cumprir o tempo de preparação, os três meses, já que segundo Baretta “este é o tempo necessário para que o organismo assimile as alterações alimentares e que comece a actuar como filtro a favor do espermatozóide que se deseja favorecer. Para além disso, são necessários três ciclos para que a mulher aprenda o método que comprova com exactidão a sua ovulação”.
    Desta forma, durante este período tem tanta importância aquilo que se come como aquilo que não se come. Se há um baixo coeficiente de sódio-potássio e um alto índice de cálcio-magnésio, a tendência é que tenha um rapaz. E para ter uma menina, precisamente o inverso.
    Alimentos como os legumes, os frutos secos, os fiambres, o peixe e a fruta favorecem a procriação de meninos. Já os produtos lácteos ajudam muito na gestação de meninas.
    No entanto, o método também se baseia no período ovulacional. “Existem diferenças no muco cervical de acordo com cada momento do ciclo, a alcalinidade e a acidez são diferentes e favorecem a permeabilidade dos X ou dos Y. Está demonstrado que os casais que concebem no pico mais alto da ovulação têm maior probabilidade de terem meninos, isto porque os espermatozóides X sobrevivem mais tempo quando os fluidos são mais alcalinos, os Y movimentam-se mais rapidamente e melhor quando os fluidos são mais ácidos” refere Adriana Baretta.
    Desta forma, é essencial combinar a alimentação com os períodos da ovulação.

    Fonte: todopapas.com

    Isabel Gomes

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